segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

JACK PODE TER SIDO JILL, A ESTRIPADORA


Quando não é nova teoria sobre o monstro do Lago Ness, a imprensa britânica arranja versão inusitada para as ruínas de Stonehenge ou para o acidente de carro que vitimou Lady Di, em Paris. Na falta de matéria para alimentar esses assuntos, resta outro tema, igualmente misterioso e fascinante: Jack, o estripador.

Agências de turismo promovem passeios no Ripper Walk, uma turnê pelos lugares dos assassinatos atribuídos ao criminoso. Na média, cinco libras por cabeça. Se cada passeio juntar 100 pessoas, são 500 libras. Dois passeios por semana, 52 mil libras (mais de R$ 150 mil) por ano. Nada mau.


Quem é chegado a esse tipo de mistério pode até conhecer o pub Ten Bells, na rua Commercial, que foi freqüentado por pelo menos uma das vítimas de Jack e, talvez, até pelo próprio. Ou própria.

Pois não é que agora Ian Findlay, professor australiano de diagnóstico molecular e forense, defende a possibilidade de que Jack tenha sido Jill, uma mulher?


Com base em estudos feitos em DNA recolhido em selos de cartas remetidas à Polícia por Jack (ou Jill), o cientista traçou perfil parcial e admitiu que as mortes jamais solucionadas pudessem ter sido cometidas por uma mulher.

A matéria está no The Independent
aqui.

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